Eu seguirei meu caminho
Mesmo depois de você.
Agora, já tão sozinho,
Eu tentarei te esquecer.
Pode ser muito difícil
Mas juro que vou tentar,
Mesmo sendo um suplício
Essa dor vou superar.
Tu não soubestes das valor
A tudo que eu fiz para ti,
Não mereces meu amor
E agora enxergo o que eu não cri.
Tentarei um outro alguém
Quantas vezes precisar
Pois é impossível que ninguém
Queira um dia me amar...
Marcelo P. Albuquerque
27 de novembro de 2005
21 de novembro de 2005
36ª Postagem
foi mal galera...outra poesia tosca...1° ano...aff...isso me envergonha...mas msmo assim vou pôr todas...p/ contar qntas tenho...aiai...lá vai...
Quanto vale a nossa vida?
Quanto vale o coração?
E a nossa alma perdida
Procurando por perdão?
Nessa enorme tirania
Onde somos explorados,
Com a crente fantasia
De que somos os culpados...
Como um muro de concreto
Que separa regiões,
Separaram nosso afeto
E os nossos corações...
O sistema opressor
Envenenou a minha mente,
Tirou todo o meu pudor
Me transformando num demente... ¬¬ aff...
E agora num dilema
Só me resta um pensamento:
- Faço eu parte de um esquema
Que só visa o sofrimento?
Nunca terei a resposta
Pois agora estou morrendo,
E assim deixo a vós a mostra
Do que está me acontecendo.
Marcelo P. Albuquerque
Quanto vale a nossa vida?
Quanto vale o coração?
E a nossa alma perdida
Procurando por perdão?
Nessa enorme tirania
Onde somos explorados,
Com a crente fantasia
De que somos os culpados...
Como um muro de concreto
Que separa regiões,
Separaram nosso afeto
E os nossos corações...
O sistema opressor
Envenenou a minha mente,
Tirou todo o meu pudor
Me transformando num demente... ¬¬ aff...
E agora num dilema
Só me resta um pensamento:
- Faço eu parte de um esquema
Que só visa o sofrimento?
Nunca terei a resposta
Pois agora estou morrendo,
E assim deixo a vós a mostra
Do que está me acontecendo.
Marcelo P. Albuquerque
16 de novembro de 2005
35ª Postagem
gente...foi mal...essas poesias são ruins mas vcs têm q entender q foram as 1ªs q fiz...
Simples ilusão é o amor,
O amor e sua mágica fatal,
Que enche tua vida de torpor
Mas arranca tua alma no final.
Se o amor não fosse de nada culpado
Eu gostaria de amar.
Pois não ficaria alienado
Ao seu modo de outros sentimentos dominar.
Por isso escrevo aqui minha mágoa,
Já desapontou meu coração.
Escorreu de meu peito feito água
Sem tempo nem de me pedir perdão.
Marcelo P. Albuquerque
Simples ilusão é o amor,
O amor e sua mágica fatal,
Que enche tua vida de torpor
Mas arranca tua alma no final.
Se o amor não fosse de nada culpado
Eu gostaria de amar.
Pois não ficaria alienado
Ao seu modo de outros sentimentos dominar.
Por isso escrevo aqui minha mágoa,
Já desapontou meu coração.
Escorreu de meu peito feito água
Sem tempo nem de me pedir perdão.
Marcelo P. Albuquerque
10 de novembro de 2005
34ª Postagem
tb 1° ano...
Sempre no agonizante martírio do dia a dia
Sinto uma navalha em minha carne a toda hora.
Uma navalha de tristeza, sempre fria,
Em que todo o ódio humano aflora.
Corações rancorosos e sem piedade
Seguem adiante ao futuro da nação,
Não conhecem um pingo de felicidade,
Pisoteados aos milhares, esmagados no chão.
Faço parte dessa imensa massa infeliz
Que como vermes se atacam e se devoram.
Lembro de todas as atrocidades que fiz
Sem dó nem mesmo daqueles que imploram.
Atônito ao mundo, vejo o tempo passar.
Não tenho mais nada em que eu possa crer,
Nada mais que eu possa desejar
Que não me faça sofrer...
Marcelo P. Albuquerque
Sempre no agonizante martírio do dia a dia
Sinto uma navalha em minha carne a toda hora.
Uma navalha de tristeza, sempre fria,
Em que todo o ódio humano aflora.
Corações rancorosos e sem piedade
Seguem adiante ao futuro da nação,
Não conhecem um pingo de felicidade,
Pisoteados aos milhares, esmagados no chão.
Faço parte dessa imensa massa infeliz
Que como vermes se atacam e se devoram.
Lembro de todas as atrocidades que fiz
Sem dó nem mesmo daqueles que imploram.
Atônito ao mundo, vejo o tempo passar.
Não tenho mais nada em que eu possa crer,
Nada mais que eu possa desejar
Que não me faça sofrer...
Marcelo P. Albuquerque
8 de novembro de 2005
33ª Postagem
voltando p/ 1° ano...
a gente...foi mal por essas poesias...são mto ruins...foram as 1ªs então sabia mto estruturar um verso...e as rimas são mto pobres...
aí vai...
Parecia um amor
Mas era só ilusão.
O espinho dessa flor
Perfurou meu coração...
Acreditei intensamente
Nas palavras que me disse.
Me senti até decente
Como se eu existisse... (= / aff...mto ruim...foi mal gente)
Mas agora eu já sei
Que não valho um vintém
Pois eu sempre viverei
Nesta Terra de Ninguém...
Marcelo P. Albuquerque
a gente...foi mal por essas poesias...são mto ruins...foram as 1ªs então sabia mto estruturar um verso...e as rimas são mto pobres...
aí vai...
Parecia um amor
Mas era só ilusão.
O espinho dessa flor
Perfurou meu coração...
Acreditei intensamente
Nas palavras que me disse.
Me senti até decente
Como se eu existisse... (= / aff...mto ruim...foi mal gente)
Mas agora eu já sei
Que não valho um vintém
Pois eu sempre viverei
Nesta Terra de Ninguém...
Marcelo P. Albuquerque
1 de novembro de 2005
32ª Postagem

= P hehe...
bom...acho q essa é a última do caderno antigo do 2° ano...a partir do próximo vou pôr todas do fichário...do 1° ano...
Poesia Cuspida
Foi tudo ilusão e hoje enxergo,
Não vales nenhum pouco do meu amor.
Como pude ser tão estúpido e cego,
E achar que tu eras minha linda flor?
Não consigo te olhar sem nenhum pouco querer
Escarrar no teu nome com orgulho,
E com todo aquele escárnio a escorrer,
Ouvir as ferragens do barulho:
Hipócrita, vã, usurpadora, sanguessuga!
Não prestas pra nada, ó minha ex-donzela.
Boêmia, da noite, que seu corpo aluga.
Para todos os bêbedos estás a dar trela.
Não tenho mais palavras pra mostrar o meu ódio
Contra a tua pessoa, mundana nefasta.
Por mim estarias no topo do pódio,
Usada pela pior de todas as castas...
Marcelo P. Albuquerque
25 de outubro de 2005
30ª Postagem
Mais uma do 1° ano...
A nobre lua irradia
A vívida luz celestial
Que cobre o leito do dia
Com sua beleza nupcial.
E no começo desse fim,
Naquela noite bem singela,
Eis que paira sobre mim
Das criaturas a mais bela.
Meu coração, agora tépido,
Se rendeu aos seus encantos,
Este que era o mais intrépido
Só faltava estar aos prantos.
E naquele enorme impasse,
Sem saber o que falar,
Como se já não bastasse...
Eu acabara de acordar...
Marcelo P. Albuquerque
A nobre lua irradia
A vívida luz celestial
Que cobre o leito do dia
Com sua beleza nupcial.
E no começo desse fim,
Naquela noite bem singela,
Eis que paira sobre mim
Das criaturas a mais bela.
Meu coração, agora tépido,
Se rendeu aos seus encantos,
Este que era o mais intrépido
Só faltava estar aos prantos.
E naquele enorme impasse,
Sem saber o que falar,
Como se já não bastasse...
Eu acabara de acordar...
Marcelo P. Albuquerque
23 de outubro de 2005
29ª Postagem
Bom...como sumiu meu caderno...(ainda faltavam algumas poesias de lá) vou pôr em ordem agora...
essa foi a primeira poesia q eu escrevi na minha vida...vejam q tosca...
(06/08/01)
Ardor, por que abrasas meu peito
Com este sentimento de dor?
Tu me pegaste de jeito
Com este insólito amor.
Essa linda e jeitosa donzela
Que num simples olhar me encantou,
Sem nenhum sinal de cautela,
Sua chama me incendiou.
Pena que não posso tê-la,
É só um inconformável ilusão,
Mas também não posso esquecê-la,
Já dominou meu coração...
Marcelo P. Albuquerque
essa foi a primeira poesia q eu escrevi na minha vida...vejam q tosca...
(06/08/01)
Ardor, por que abrasas meu peito
Com este sentimento de dor?
Tu me pegaste de jeito
Com este insólito amor.
Essa linda e jeitosa donzela
Que num simples olhar me encantou,
Sem nenhum sinal de cautela,
Sua chama me incendiou.
Pena que não posso tê-la,
É só um inconformável ilusão,
Mas também não posso esquecê-la,
Já dominou meu coração...
Marcelo P. Albuquerque
17 de outubro de 2005
28ª Postagem
msmo caderno...do 2° ano...
Eco
Esse meu verbo hoje que é seco
Que corta a alegria dos afortunados
Impele os ratos de todos os becos,
Como num eco o faz um miado.
Decapta a coesão contextual,
Decepa articulado o refletir,
Estranho zeugma paradoxal,
Num sulco mórbido, sucumbir.
Mas de onde vem essa amargura
Que grita e expele essa palavra
Não virginal, já que é impura,
Desilusões que tudo lavra?
De meu acéfalo sentido,
Da refração do meu pensar,
Do globalmente destruído
Escombro meu do imaginar...
Marcelo P. Albuquerque
Eco
Esse meu verbo hoje que é seco
Que corta a alegria dos afortunados
Impele os ratos de todos os becos,
Como num eco o faz um miado.
Decapta a coesão contextual,
Decepa articulado o refletir,
Estranho zeugma paradoxal,
Num sulco mórbido, sucumbir.
Mas de onde vem essa amargura
Que grita e expele essa palavra
Não virginal, já que é impura,
Desilusões que tudo lavra?
De meu acéfalo sentido,
Da refração do meu pensar,
Do globalmente destruído
Escombro meu do imaginar...
Marcelo P. Albuquerque
15 de outubro de 2005
27ª Postagem
Pois é...o msmo caderno...
um poeminha bem besta...mas como eu disse q ia colocar todos...
ah...apesar de ngm ler isso aki...vou dizer p/ entrarem no site...
www.marcelodo.palcomp3.com.br
músicas novas!!
aí vai:
Reforma agrária reprimida
Vida diária só perdida
Por toda área dividida
A quaternária corrompida
A tributária falida
Aquela párea de medida
A ordinária oferecida
A verminária comida
A sanguinária batida
A Candelária jazida
A refratária despedida...
E por aí se vai a vida
Se vai sozinha na avenida...
Marcelo P. Albuquerque
um poeminha bem besta...mas como eu disse q ia colocar todos...
ah...apesar de ngm ler isso aki...vou dizer p/ entrarem no site...
www.marcelodo.palcomp3.com.br
músicas novas!!
aí vai:
Reforma agrária reprimida
Vida diária só perdida
Por toda área dividida
A quaternária corrompida
A tributária falida
Aquela párea de medida
A ordinária oferecida
A verminária comida
A sanguinária batida
A Candelária jazida
A refratária despedida...
E por aí se vai a vida
Se vai sozinha na avenida...
Marcelo P. Albuquerque
13 de outubro de 2005
26ª Postagem
bom...eu vou pôr qualquer poema aqui viu...desde os mais toscos até os mais bem elaboradinhos...
voltando com o caderno...é mais fácil de saber qnts já foram...se fizer tipo, em ordem cronológica...
Tem uma criança, tem uma criança,
Tem uma criança morta na estrada.
Tem uma criança, aquela criança
Em seu caminho atropelada,
A pobre criança, a doce criança,
A meiga que foi desfigurada...
Impune no trânsito há um motorista
Que matou uma criança atropelada.
E que indignação, e que vergonha
Pois todos olham e não fazem nada,
Parece que todos agora estão
Com a alma já tão homogeneizada
Que vêem a criança, a pobre criança
Agonizando em sua luta cansada
E passam ignorando o acontecimento
Da pobre criança de alma calada...
Marcelo P. Albuquerque
voltando com o caderno...é mais fácil de saber qnts já foram...se fizer tipo, em ordem cronológica...
Tem uma criança, tem uma criança,
Tem uma criança morta na estrada.
Tem uma criança, aquela criança
Em seu caminho atropelada,
A pobre criança, a doce criança,
A meiga que foi desfigurada...
Impune no trânsito há um motorista
Que matou uma criança atropelada.
E que indignação, e que vergonha
Pois todos olham e não fazem nada,
Parece que todos agora estão
Com a alma já tão homogeneizada
Que vêem a criança, a pobre criança
Agonizando em sua luta cansada
E passam ignorando o acontecimento
Da pobre criança de alma calada...
Marcelo P. Albuquerque
11 de outubro de 2005
25ª Postagem
Quisera ser Camões com seus poemas.
Quisera ser Bocage, libidinoso.
Quisera ser Quintana e seus cantares
Ou ser Gregório de Mattos - odioso.
Quisera ser Cecília com seus ventos
Ou Drummond com suas pedras no caminho,
Ou mesmo ser Augusto, amante da morte,
Ou Chico Buarque e os Passarinhos.
Quisera ser Raul com seu Instinto
Ou mesmo ser Olavo ou ser Alberto,
Ou ser grande Bandeira com seus Sapos
Ou Cruz e Souza com seu sonho incerto.
Quisera um dia poder chegar aos pés
Dos mestres desta língua tão amada.
Mas não sei se há lugar para um revés:
Alguém que poetiza o extremo nada...
Marcelo P. Albuquerque
Quisera ser Bocage, libidinoso.
Quisera ser Quintana e seus cantares
Ou ser Gregório de Mattos - odioso.
Quisera ser Cecília com seus ventos
Ou Drummond com suas pedras no caminho,
Ou mesmo ser Augusto, amante da morte,
Ou Chico Buarque e os Passarinhos.
Quisera ser Raul com seu Instinto
Ou mesmo ser Olavo ou ser Alberto,
Ou ser grande Bandeira com seus Sapos
Ou Cruz e Souza com seu sonho incerto.
Quisera um dia poder chegar aos pés
Dos mestres desta língua tão amada.
Mas não sei se há lugar para um revés:
Alguém que poetiza o extremo nada...
Marcelo P. Albuquerque
9 de outubro de 2005
24ª Postagem
êÊÊê!!!! Poesia nova!!
fiz hj!!
Ficou meio estranha mas vai assim mesmo...
Felizes são aqueles que beijam as árvores,
Que sentem o cheiro das flores, que abraçam o céu,
E que nunca pensam no amanhã, nunca pensam...
fazem do dia seguinte um esplêndido troféu.
Felizes são aqueles que beijam as flores,
Que sentem o cheiro do céu, que abraçam as árvores.
Que crêem em contos de fadas, em mitologias antigas.
Que imaginam como seria Pandora ou Perséfones.
Felizes são aqueles que beijam o céu,
Que sentem o cheiro das árvores, que abraçam as flores.
Que vivem vertiginosamente cada minuto, cada momento...
E que se entregam rapidamente à magia dos amores...
Feliz...sou eu...
Marcelo P. Albuquerque
fiz hj!!
Ficou meio estranha mas vai assim mesmo...
Felizes são aqueles que beijam as árvores,
Que sentem o cheiro das flores, que abraçam o céu,
E que nunca pensam no amanhã, nunca pensam...
fazem do dia seguinte um esplêndido troféu.
Felizes são aqueles que beijam as flores,
Que sentem o cheiro do céu, que abraçam as árvores.
Que crêem em contos de fadas, em mitologias antigas.
Que imaginam como seria Pandora ou Perséfones.
Felizes são aqueles que beijam o céu,
Que sentem o cheiro das árvores, que abraçam as flores.
Que vivem vertiginosamente cada minuto, cada momento...
E que se entregam rapidamente à magia dos amores...
Feliz...sou eu...
Marcelo P. Albuquerque
8 de outubro de 2005
23ª Postagem
Não sei se já coloquei essa poesia...aí vai...
Só quero o teu amor por toda vida.
Só quero o teu amor e nada mais.
Não me importa a Terra, o Sol, a Lua,
Só tua brisa calma no meu cais.
Não quero mais lançar-me a despedidas
E não vou nunca lançar-me ao adeus.
Não quero ser igual aos tristes homens
Que fingem ser completamente ateus.
Não existe alguém que em nada creia,
Seja em Deus, no Inferno ou no Amor.
Todos buscam sua alma parceira
Não importa classe, credo ou cor.
E eu, como já disse, só te quero,
E nada mais me importa sem você.
Agora tudo vira inocuidade
E agora tudo vira bem querer...
Marcelo P. Albuquerque
Só quero o teu amor por toda vida.
Só quero o teu amor e nada mais.
Não me importa a Terra, o Sol, a Lua,
Só tua brisa calma no meu cais.
Não quero mais lançar-me a despedidas
E não vou nunca lançar-me ao adeus.
Não quero ser igual aos tristes homens
Que fingem ser completamente ateus.
Não existe alguém que em nada creia,
Seja em Deus, no Inferno ou no Amor.
Todos buscam sua alma parceira
Não importa classe, credo ou cor.
E eu, como já disse, só te quero,
E nada mais me importa sem você.
Agora tudo vira inocuidade
E agora tudo vira bem querer...
Marcelo P. Albuquerque
3 de outubro de 2005
21ª Postagem
Essa eu lembro...fiz na Cultura...na aula de inglÊs q não passava nunca...
O tempo não passa, o tempo não passa
E me seca, e me agoniza e me corrói
O tempo não passa, o tempo não passa
Me sufoca, me mata e me destrói.
O tempo não passa, o tempo não passa
E a ansiedade me domina
O tempo não passa, o tempo não passsa
Na minha conflitante chacina.
Passa Tempo, passa agora,
De se passar, passou da hora
Passa Tempo, passa agora,
Já vejo o Sol que vem na aurora.
Por que não passas, ó caro Tempo?
Por que insistes em ficar?
Por que não vais, meu deus, ó Tempo?!
E pára de me atormentar...
Vai-te daqui maldito Tempo,
Não volte mais ao meu caminho.
Suma daqui maldito Tempo
Viverei sem ti, sozinho...
Mas esse tempo lasso não passa
E laça ao passo do pesar.
Me lança ao posto do que possa
Um dia, dele, precisar...
Marcelo P. Albuquerque
O tempo não passa, o tempo não passa
E me seca, e me agoniza e me corrói
O tempo não passa, o tempo não passa
Me sufoca, me mata e me destrói.
O tempo não passa, o tempo não passa
E a ansiedade me domina
O tempo não passa, o tempo não passsa
Na minha conflitante chacina.
Passa Tempo, passa agora,
De se passar, passou da hora
Passa Tempo, passa agora,
Já vejo o Sol que vem na aurora.
Por que não passas, ó caro Tempo?
Por que insistes em ficar?
Por que não vais, meu deus, ó Tempo?!
E pára de me atormentar...
Vai-te daqui maldito Tempo,
Não volte mais ao meu caminho.
Suma daqui maldito Tempo
Viverei sem ti, sozinho...
Mas esse tempo lasso não passa
E laça ao passo do pesar.
Me lança ao posto do que possa
Um dia, dele, precisar...
Marcelo P. Albuquerque
1 de outubro de 2005
20ª Postagem
Mais uma vez solitário nessa estrada, vou ficar.
Sentindo a maresia, a brisa do mar,
Divagando, olhando o céu e só dela relembrar,
Meu amor.
E tão longe vou ficar de todo o seu torpor
Só lembrando o seu aroma, seu perfume de flor
E sabendo que por enquanto só resta-me a dor
Da saudade.
Esse sentimento que pertence a toda humanidade
E que hoje perdura por toda minha eternidade
E que me faz seguir em frente, o que me faz sentir vontade
De viver.
E olhando para o céu, vislumbrando o anoitecer
E as estrelas...ah, as estrelas, se pudessem saber
O que sinto, as faria com certeza compreender
O que é amar,
Esse estado de espírito em que podemos mergulhar
Sem medo, sem vergonha, num sucinto respirar.
E pela presença do amado, fortemente ansiar
Se novamente solitário, nessa estrada ficar...
Marcelo P. Albuquerque
Sentindo a maresia, a brisa do mar,
Divagando, olhando o céu e só dela relembrar,
Meu amor.
E tão longe vou ficar de todo o seu torpor
Só lembrando o seu aroma, seu perfume de flor
E sabendo que por enquanto só resta-me a dor
Da saudade.
Esse sentimento que pertence a toda humanidade
E que hoje perdura por toda minha eternidade
E que me faz seguir em frente, o que me faz sentir vontade
De viver.
E olhando para o céu, vislumbrando o anoitecer
E as estrelas...ah, as estrelas, se pudessem saber
O que sinto, as faria com certeza compreender
O que é amar,
Esse estado de espírito em que podemos mergulhar
Sem medo, sem vergonha, num sucinto respirar.
E pela presença do amado, fortemente ansiar
Se novamente solitário, nessa estrada ficar...
Marcelo P. Albuquerque
30 de setembro de 2005
19ª Postagem
Dezessete anos eu vivi, de tormento e desamor
Só foi entregue a mim a tristeza de uma dor
Não sabia o que seria a felicidade, seu ardor.
Não via beleza alguma mesmo na mais bela flor...
Do modo em que eu seguia jamais viria a conhecer
A alegria e a letargia de amar(do bem viver).
Abstrata teoria de poder satisfazer
Os desejos mais profundos do mais doce bem-querer...
Como um salto, de repente, me puxaste para a vida;
Para o jardim dos amantes, nossas almas na ermida...
A tristeza foi-se embora, do meu peito banida.
A beleza da alvorada por meus olhos possuída...
Dezoito anos agora, gota a gota como mel,
Os derramo em tua boca, meu pedaço de céu,
Em gemidos distorcidos, ó lânguido troféu.
Quero que pra sempre uses teu mais fino e branco véu...
[Pois de hoje(e sempre foi assim) em diante és só minha e sou só teu, ensina-me a viver...este tolo plebeu...]
Marcelo P. Albuquerque
é...qndo eu tinha 18 anos...
Só foi entregue a mim a tristeza de uma dor
Não sabia o que seria a felicidade, seu ardor.
Não via beleza alguma mesmo na mais bela flor...
Do modo em que eu seguia jamais viria a conhecer
A alegria e a letargia de amar(do bem viver).
Abstrata teoria de poder satisfazer
Os desejos mais profundos do mais doce bem-querer...
Como um salto, de repente, me puxaste para a vida;
Para o jardim dos amantes, nossas almas na ermida...
A tristeza foi-se embora, do meu peito banida.
A beleza da alvorada por meus olhos possuída...
Dezoito anos agora, gota a gota como mel,
Os derramo em tua boca, meu pedaço de céu,
Em gemidos distorcidos, ó lânguido troféu.
Quero que pra sempre uses teu mais fino e branco véu...
[Pois de hoje(e sempre foi assim) em diante és só minha e sou só teu, ensina-me a viver...este tolo plebeu...]
Marcelo P. Albuquerque
é...qndo eu tinha 18 anos...
29 de setembro de 2005
18ª Postagem
Memórias de um Recém Alucinado
Ó tristeza pútrida que me consome,
Que fustiga em meu peito, chamejando
O fogo que queima a alma e alucinando
Entrega-se ao vazio, que a come;
A saudade em meu peito se instalando
Faz enlouquecer mais bravo homem
Faz as incertezas que não somem
Transformarem-se em verdades, como um bando,
Como um bando de leões à sua presa
Atacam continuamente pra que a fraqueza
Ceda de uma vez à morte lângüe.
Já o que tento lhe dizer é que estou louco
E que morro sem te ver, de pouco em pouco
Pois és a minha vida e o meu sangue...
Marcelo P. Albuquerque
Ó tristeza pútrida que me consome,
Que fustiga em meu peito, chamejando
O fogo que queima a alma e alucinando
Entrega-se ao vazio, que a come;
A saudade em meu peito se instalando
Faz enlouquecer mais bravo homem
Faz as incertezas que não somem
Transformarem-se em verdades, como um bando,
Como um bando de leões à sua presa
Atacam continuamente pra que a fraqueza
Ceda de uma vez à morte lângüe.
Já o que tento lhe dizer é que estou louco
E que morro sem te ver, de pouco em pouco
Pois és a minha vida e o meu sangue...
Marcelo P. Albuquerque
26 de setembro de 2005
17ª Postagem
O Resto
Encaro-te, frente a frente
Mas não tenho coragem de dizer
Que amo-te loucamente
E que por isso só posso sofrer...
Sou apenas mais um covarde
Com medo de demonstrar meu sentimento
E agora, já é tarde,
Cheguei ao ápice do sofrimento...
Por isso só me resta partir
Pois assim, todos irão saber,
Que ao invés de deixar de fingir
Minha escolha foi... deixar de viver...
Marcelo P. Albuquerque
essa foi uma das 1ªs...ainda ñ pus a 1ª poesia q fiz né?!
Encaro-te, frente a frente
Mas não tenho coragem de dizer
Que amo-te loucamente
E que por isso só posso sofrer...
Sou apenas mais um covarde
Com medo de demonstrar meu sentimento
E agora, já é tarde,
Cheguei ao ápice do sofrimento...
Por isso só me resta partir
Pois assim, todos irão saber,
Que ao invés de deixar de fingir
Minha escolha foi... deixar de viver...
Marcelo P. Albuquerque
essa foi uma das 1ªs...ainda ñ pus a 1ª poesia q fiz né?!
25 de setembro de 2005
16ª Postagem
cansei de falar qual ano foi a poesia...essa msmo ñ lembro...
Me devore meu bem, o corpo e a alma
Com paixão, desejo, amor e sangue.
Os volúpios olhares, sonhos lângues,
Me devore lentamente, reine a calma.
Uma calma no tempo e um fogo ardente
Em nossos corpos no leito acolhedor
Em meio a espasmos e frêmito torpor,
Me devore como a vítima inocente.
Corpo, espírito...tudo se unindo
Num só momento e a paz já vem surgindo
Pra acalmar-nos do nirvana e transformando
O desejo e o prazer em amor eterno
Que descansa plácido no interno
De nosso peito e eterno o ardor queimando...
Marcelo P. Albuquerque
Me devore meu bem, o corpo e a alma
Com paixão, desejo, amor e sangue.
Os volúpios olhares, sonhos lângues,
Me devore lentamente, reine a calma.
Uma calma no tempo e um fogo ardente
Em nossos corpos no leito acolhedor
Em meio a espasmos e frêmito torpor,
Me devore como a vítima inocente.
Corpo, espírito...tudo se unindo
Num só momento e a paz já vem surgindo
Pra acalmar-nos do nirvana e transformando
O desejo e o prazer em amor eterno
Que descansa plácido no interno
De nosso peito e eterno o ardor queimando...
Marcelo P. Albuquerque
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